Mas bêbedos revelamos quem somos.
Homens que mudam de uma hora para outra
Não bebem para não voltar a si.
Admira-me quantas famílias Cristãs
Saciam-se com o show de sangue,
Com a prisão dos nossos semelhantes
Que só deixam falar o assassino que há em nós.
O auge da hipocrisia sempre acontece
Nos homens que discursam como perfeitos
Mas basta contar seus defeitos
E logo verás o Lúcifer da sociedade.
Salve o cafetão,
Que tem como principal prostituta
O Santo Evangelho e a cura,
E como cliente a ignorância.
Estes me dão repugnância,
Os políticos reféns do "capetalismo",
Que consomem as tripas dos pobres
E a dignidade do povo de sobremesa.

