Pesadelos que invadem minha mente,
Tão depressa que mal dá pra evitar,
Pergunto-lhes, vós ireis me acordar?
Deste sono que corrói lentamente.
Logo quando a falta te faz presente,
Eis então meu lamento, despertar
Se possível, deixe-me aqui ficar
Pra viver um amor intensamente,
Não há nada tão vil quanto partir
De mais um sonho bom que me acalanta
Meu espelho, não o vejo mais sorrir
Mas minh'alma quando só 'inda canta.
Manifesto Poesia, é a reunião de muitas de minhas obras, desde as mais antigas, datadas de minha infância até as mais novas. Não as faço pra agradar gregos ou troianos, mas para desenhar "anima mea".
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Sapere Aude
Ontem pela manhã eu era sol
Só porque pela tarde virei nublado
Muitas pessoas questionam-me e eu calado
Digo que já não sei quem sou.
Eu não posso garantir ser eu pra sempre
E se o meu pra sempre hoje acaba?
Se amanhã não puder, eu, dizer mais nada?
Consentirei. Não dizem que quem cala consente?
Tenho que passar o que sei adiante,
Senão não há sentido em saber,
Melhor seria ficar num bar a beber
Observando minha linha do tempo.
Pois já dizia Immanuel Kant:
"Sapere Aude", ouse saber
Mas nunca pare de escrever
Pois quem sabe pra si nada sabe.
Só porque pela tarde virei nublado
Muitas pessoas questionam-me e eu calado
Digo que já não sei quem sou.
Eu não posso garantir ser eu pra sempre
E se o meu pra sempre hoje acaba?
Se amanhã não puder, eu, dizer mais nada?
Consentirei. Não dizem que quem cala consente?
Tenho que passar o que sei adiante,
Senão não há sentido em saber,
Melhor seria ficar num bar a beber
Observando minha linha do tempo.
Pois já dizia Immanuel Kant:
"Sapere Aude", ouse saber
Mas nunca pare de escrever
Pois quem sabe pra si nada sabe.
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