E no meio do caos a natureza trouxe sabedoria,
Pena que nem todos eles viram,
Estavam perdidos no meio da correria.
E no meio da lama muitos artigos luxuosos,
Pena que já não valiam mais nada,
Mas ainda assim permanecem pomposos.
E no meio de toda água, o fim da vaidade?
Os ricos precisando dos pobres,
Até precisei ratificar se era verdade.
E no meio de todo o lucro, o prejuízo,
Pois até pra salvar panelas,
Viu-se o Coronel perder o juízo.
E depois de acordarmos numa ilha,
A cidade reergueu-se,
Na dinâmica da partilha.
Manifesto Poesia, é a reunião de muitas de minhas obras, desde as mais antigas, datadas de minha infância até as mais novas. Não as faço pra agradar gregos ou troianos, mas para desenhar "anima mea".
quarta-feira, 14 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Tô sem tempo
Tô sem tempo de viver
Sem tempo de acordar
Tô sem tempo de escrever
E sem tempo de sonhar
Falta tempo para amar
Até tempo pra sorrir
Não consigo trabalhar
Tô sem tempo pra partir
Tô sem tempo para ouvir
O grito dos que me amam
Tô sem tempo pra desistir
Dos sonhos que me encantam.
Tô sem tempo pra ser
Aquilo que mesmo eu sou
Tempo, nem pra morrer
Quiçá pra saber onde estou.
E quem teve tempo gritou
Porque nem tempo tinha
Pra pensar no que se passou
Pra falar mal da vizinha
Curtindo um eterno descanso
Deitado na redezinha
Comendo uma farofinha
E vendo o tempo passar...
Sem tempo de acordar
Tô sem tempo de escrever
E sem tempo de sonhar
Falta tempo para amar
Até tempo pra sorrir
Não consigo trabalhar
Tô sem tempo pra partir
Tô sem tempo para ouvir
O grito dos que me amam
Tô sem tempo pra desistir
Dos sonhos que me encantam.
Tô sem tempo pra ser
Aquilo que mesmo eu sou
Tempo, nem pra morrer
Quiçá pra saber onde estou.
E quem teve tempo gritou
Porque nem tempo tinha
Pra pensar no que se passou
Pra falar mal da vizinha
Curtindo um eterno descanso
Deitado na redezinha
Comendo uma farofinha
E vendo o tempo passar...
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