quarta-feira, 1 de junho de 2011

Chorinho

Quem foi que disse que homem não chora?
Eis então o legado dos sensíveis,
Chorar de todos os tipos possíveis,
Chorar por um segundo ou toda hora.


Eu choro quando alcanço as diretrizes,
E se me verdes choroso, ignora,
Pois choro por mim e por ti, Senhora,
Quando falham os planos infalíveis.


Mas saiba que choro pois chego ao nume,
Ou quando chego ao céu da tua boca,
Eu choro porque dá uma coisa louca.


Vou chorar se do amor ficar imune,
Aquela que ao mesmo é santa e marota,
E chorar, se só sobrar teu perfume.

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